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A beleza de nossos problemas

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Mensagem de junho 2017

Reivindicar alguém ou algo pode ser sentido como um grande salto de fé. É um consentimento para se apaixonar. Pode chegar a um ponto em que mesmo reivindicar o próximo passo da escada pode ser demais, conforme você e suas partes sabem de alguma forma que a vida que você conheceu está prestes a mudar.

Alguns de nós são mais cautelosos do que outros. Alguns de nós mergulham de cabeça, coração ou alma primeiro, não importa a circunstância. Poderia haver um equilíbrio aqui, e, no entanto, toda a questão é permitir que você esteja “fora” de equilíbrio. Para que algo ou alguém novo surja na sua vida a dica é você ficar de lado, e adicionar uma nova maravilha a cada fibra de sua existência, conhecida ou desconhecida. Algumas partes de nós têm todos os tipos de reações a isso e é importante sentir cada uma ao surgir, não pavimentando nada, e ainda assim bagunçar tudo, mesmo sentindo em retrospectiva o que foi enterrado – é o caso! Às vezes, nossos limites de crescimento não podem ser planificados ou plantados deliberadamente, mas esbarrados/tropeçados. E às vezes essa é a única maneira de encontrá-los.

Como crianças, ficar confuso era fácil! Foi assim que aprendemos a comunicar, a maneira como aprendemos a jogar, a maneira como aprendemos a ser com os outros e também com as coisas. Derramamos lágrimas sobre ossos quebrados e brinquedos e vínculos de amizade. Infelizmente, também aprendemos a nos punir interiormente e, quando aprendemos o que era “errado” e o que era “certo”, também aprendemos a julgar os outros porque seguiam as “regras” quando aprendemos.

Partes de nós ou sub-personalidades começaram a se formar em torno desses traumas, identidades e formas de “ver” que nós mesmos começamos a desenvolver.
Nós deixamos de estar dispostos a ficar bagunçados/confusos, mais cedo ou mais tarde, pelas consequências – ninguém poderia nos sentir no momento ou nos oferecer uma orientação centrada no coração, e rapidamente se tornaram coisas para evitar, evitar, evitar …

Parece que isso é quando aprendemos a parar de nos apaixonar, de nos inclinar para nossos rostos ou traseiros, ou mesmo para nossos corações quando necessário, seja sobre uma pessoa ou uma borboleta ou filhote de cachorro, ou uma flor – nós realmente queríamos fugir de nos aprofundar!

Queríamos jogar, queríamos aprender a voar, queríamos experimentar o mundo inteiro com todos os sentimentos vivos em nós. E nenhum de nós nasceu juízes ou críticos ou mesmo fanáticos … nós apenas ÉRAMOS.

Nossos mundos de descoberta, revelando tudo o que queríamos, foram respondidos pelo conhecimento. Muitos de nós eventualmente começamos um caminho de busca e espiritualidade para encontrar a magia na vida novamente, e mesmo assim isso se tornou um lugar de busca de conhecimento e não de experiência real.

Não é possível a mesma experiência de ir para dentro e sobre a parte superior do seu coração. Não é o mesmo que o sentimento inerente de espiritualidade com o qual NÓS NASCEMOS, que se extinguiu porque tivemos que passar por estas fases. Tem sido um caminho difícil de Lembrança e, por isso, continua a ser às vezes, mas essa inocência, esse Amor centrado no coração, para tudo, ainda existe.

A cura, as dificuldades, o SENTIMENTO, é tudo o que vale a pena encontrar neste lugar dentro do interior de nós novamente. Estamos constantemente sendo convidados a voltar para dentro, de volta ao lugar onde a magia sempre existiu.

Não podemos retornar completamente a esse lugar onde estávamos como crianças e, no entanto, não desejaríamos, pois tudo o que extraímos da nossa experiência de vida tem sido uma dádiva que se deve integrar com essa Criança Interior, sustente-a e também acolha-a como um bem precioso, um tesouro.

Quando reivindicamos cada parte de quem somos, de quem queremos ser, com quem queremos estar, encontramos o nosso Caminho De Volta ao Amor Puro de onde viemos, trazendo nosso cofre do tesouro cheio conosco, aquele que sempre quisemos encontrar como Crianças, mas precisávamos da Vida para nos trazer.

Uma reivindicação infantil do amor da descoberta, da vida, do autoamor… reivindicação de outro romance, reivindicação de nós mesmos em busca de nossa mais profunda cura e experiência de Amor Próprio, Reverência e Mérito … tudo isso está dentro de nós – e quanto mais permitimos as possibilidades de bagunça/confusão, mas ainda VAMOS PARA DENTRO, mais parecemos crescer e maiores nossos aprofundamentos de alma e coração parecem SER.

A cada caminhada de fogo que suportamos, encontramos nosso poder novamente, e percebemos que nunca perdemos, mas foi o nosso poder que escolheu aquilo em primeiro lugar. A cada passo no deserto, achamos que perder-se só significa ser encontrado de uma nova maneira. A cada canteiro de jardim, nós fazemos amizades com os insetos e aprendemos a amar a sujeira debaixo das nossas unhas.

E, com cada novo ritmo de nossos corações animados, aprendemos mais uma vez, que mesmo os mares mais difíceis nos trazem de volta às margens do Amor e da Luz que sempre tivemos dentro.

Por Kalayna Colibri,

Fonte: http://in5d.com/

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