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Quais são as ferramentas certas, quando queremos ajudar à alguém?

Desde a juventude até 2013 incríveis eventos começaram a ocorrer que mudou a minha trajetoria de vida. Tornou-se claro para mim que a minha vida estava agora para ser vivida a serviço da LUZ. Que eu deveria usar minhas habilidades criativas , a minha percepção sensorial completa e os dons que me foram concedidos para ajudar outros em necessidade de redescobrir a sua própria Divindade. Somos todos Criadores Divinos em nosso próprio direito e é minha intenção de ajudar os outros a se reconectar com seus Eus Superiores e por sua vez a sua Fonte . Saiba mais :Perfil de Andrew Martin

Mensagem de 12 de março de 2015

O poder da escolha assume formas infinitas. Nossas escolhas nos levam de um momento para o próximo.

É como um livro “Escolha Sua Própria Aventura” se desenrolando em infinitas versões perante nós. Independentemente de onde nossas escolhas nos levem, o exercício mais simples de escolha pessoal é encontrado em nosso ponto de vista.

Todos nós temos que decidir como nós nos sentimos a respeito de nossas atuais circunstâncias.

Nós podemos continuar arrastando nossas lembranças conosco, permitindo os desapontamentos passados e a dor darem a cor de cada novo momento.

Ou nós podemos decidir retirar a carga de nossas percepções do passado e alterar para uma expectativa mais positiva.

O Universo responde aos nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações.

Entretanto, o trunfo para todos eles é o nosso sentimento.

O Universo sempre alinhará como estamos sentindo sobre qualquer coisa. A perspectiva do outro nunca pode nos influenciar a menos que nós permitamos.

Quando uma ação vem de uma posição de amor e generosidade, independentemente de como ela é recebida, ela ainda traz as vibrações de amor e generosidade.

Se alguém não está preparado para receber amor, compaixão, cura ou alegria, isso é uma escolha dele. Respeite que ele ainda tem algo a aprender com estar enraizado na negatividade. Você pode reconhecer a dor dele, mas você não tem que se juntar a ele na vivência da dor.

Uma das coisas mais poderosas que uma prática espiritual pode ensinar é aprender como permanecer centrado em seu poder independentemente do que está se passando ao seu redor.

Não há absolutamente nada para se ganhar ao se juntar a alguém na miséria dele.

Você pode ter compaixão por aqueles que estão sofrendo sem sofrer com eles. Você pode enviar amor àqueles que parecem estar sem amor. Se eles escolhem receber o amor ou não cabe totalmente a eles.

Quando nós começamos a perceber que cada vibração individual por sua vez forma a vibração coletiva, nós podemos ver o poder de permanecer numa posição positiva de qualquer maneira.

Quando nós permitimos a negatividade do outro nos tirar de nosso alinhamento, então nós adicionamos o nosso próprio momentum negativo ao coletivo.

Sempre existirão pessoas que escolhem ver as coisas de uma posição negativa. Dê-lhes um punhado de sementes para plantar e elas reclamarão que não têm flores. Trata-se de respeitar que todos têm seu próprio caminho para trilhar.

Trata-se de viver no conhecimento de que cada um de nós e todos nós, em algum nível, escolhemos nossas circunstâncias para aprender o que nós mais precisamos aprender.

Estamos todos nós trilhando o caminho juntos, mas cada um é responsável por seu próprio trajeto.

Encontre um modo de sentir compaixão ou amor antes de oferecer ajuda. Encontre sua posição de poder pessoal e então ofereça sua mão.

Encontre seu centro de amor e então pergunte: “O que eu posso fazer para ajudar o outro a encontrar seu próprio centro de amor?”.

Pena, culpa ou preocupação não são conceitos nobres.

Eles são bem ruinzinhos, sentimentos à base de medo disfarçados de cuidado e altruísmo.

A pena, a culpa e a preocupação baseiam-se na ideia de que vocês ou outro é uma vítima da vida. Eles baseiam-se na vibração de que você ou outro é impotente para mudar seu ponto de vista. Você não pode forçar o outro a se sentir melhor com relação à situação dele. Todo o amor e bondade do mundo não alterarão a perspectiva do outro até ele estar preparado para alterar. A alteração deve ser interior.

Ela deve vir de sua própria posição pessoal de escolher criar uma vida melhor para si.

Quando nós vivermos a partir de uma posição de amor e compaixão, nos serão mostrados modos de ajudar a partir de uma posição de amor e compaixão.

Quando nós permanecemos firmes em nosso próprio alinhamento com a verdade poderosa de quem nós somos, então atos de serviços e bondade expandem nossa posição de alinhamento com a nossa verdade.

Quando nós agimos a partir de uma posição de culpa ou pena ou preocupação, então cada ato se torna um ato de exaustão e esgotamento.

Como você estando exausto e esgotado pode fazer algum bem para alguém?

Você quer que sua vida seja um exemplo de amor, compaixão e empoderamento?
Ou você quer que ela seja um exemplo de ansiedade e frenesi?

Lembrar que o Universo sempre compatibilizará nossos sentimentos acima de nossas ações imediatamente, apaga a ilusão de que aquilo que está relutantemente enraizado na culpa ou na preocupação que está fazendo algum bem de longa duração para alguém.

Andrew Martin

Fonte: http://www.thelightedones.com – Tradução: http://blogsintese.blogspot.com

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