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Mensagem canalizada em 24 de Agosto de 2026 – Kryon
Saudações, Queridos, eu sou Kryon do Serviço Magnético.
Eu adoraria falar sobre o tempo do Espírito. Este é um assunto que já abordamos um pouco antes, relacionado àqueles de vocês que estão lidando com esta mudança dimensional e perguntando ao Espírito: “Mostre-me o caminho. Mostre-me o que fazer a seguir.” Há sempre dúvidas sobre viver na sua cultura: como fazer isso, o que fazer agora, e muitas delas transformam vidas. Alguns de vocês estão, de fato, trilhando um caminho onde começam a depender cada vez mais das mensagens que vêm literal e intuitivamente do Espírito.
O tempo do Espírito costuma ser frustrante para muitos de vocês, e o motivo, claro, é porque vocês são seres humanos vivendo em 3D. O que muitos de vocês aprenderam desde crianças, talvez com seus pais? Aprenderam a estar preparados, a deixar “tudo esquematizado”, como dizem na sua cultura, a ter todas as coisas prontas para saberem o que fazer e quando fazer, sem surpresas.
Queridos, não é absolutamente assim que o Espírito trabalha. E isso não apenas pode ser desconfortável para muitos, mas frequentemente gera muita ansiedade quando você ora por algo e nada acontece, e então ora novamente e nada acontece. Então, vamos debater mais uma vez o tempo do Espírito. Além do tempo, o que está acontecendo nesta, digamos, “mudança”, que pode afetar isso.
Houve um livro que meu parceiro escreveu. É o único romance da série Kryon. Eu lhe dei a história de Michael Thomas e os Sete Anjos. Nessa história, Michael teve que navegar por uma paisagem divina e recebeu um mapa que, aparentemente, não servia para nada. Em sua jornada específica por essa paisagem espiritual, onde conheceu esses anjos, ele teve que transitar entre as casas em que os anjos viviam e precisava usar o mapa para isso.
Por sorte, havia poucas escolhas a fazer. Havia uma estrada que frequentemente se dividia e, quando isso acontecia, era o momento em que ele precisava saber se virava à esquerda ou à direita. Todas essas coisas no livro são metáforas da vida. Tudo naquele livro, naquele romance, retratava a jornada do herói e como aquele herói em particular, Michael Thomas, tomava as decisões sobre qual caminho seguir. Esse era um aspecto. Então, vamos revisar isso para que você entenda a ideia.
Michael Thomas estava na estrada e também percebia que, talvez, o caminho não fosse seguro. Houve algumas vezes em que ele notou que algo o estava perseguindo. Isso é uma metáfora para a sua própria vida, porque muitas vezes o que te persegue é a sua condição financeira, ou uma questão familiar, ou algo que não está certo e que causa a ansiedade de saber: “Eu tenho que fazer uma mudança. O que devo fazer, esquerda ou direita?”
Michael Thomas passou exatamente pela mesma situação e recebeu um mapa. Quando ele o abriu, desenrolou-o e olhou, viu que havia muito pouco ali. Literalmente, tudo o que havia no mapa era uma seta apontando para onde ele estava, e uma placa que dizia: “Você está aqui.” Era só isso que o mapa mostrava. Então, Michael Thomas pensou: “Bem, este é algum tipo de mapa espiritual que é inútil em 3D”, e o desconsiderou de várias maneiras, dizendo: “De que serve um mapa que só te mostra onde você está? Eu posso ver isso simplesmente olhando ao redor. Não preciso desse mapa.”
Então ele percebeu que estava realmente sendo perseguido por algo, e o mapa se tornou um pouco mais importante. Ele pensou: “E se este mapa espiritual mudar e me disser mais alguma coisa?”, pois ele estava andando um pouco mais rápido na estrada, ciente de que algo o estava sinalizando e perseguindo de uma forma que o deixava desconfortável. Assim, de vez em quando, ele pegava aquele mapa e o olhava novamente e, para sua grande decepção, o mapa continuava dizendo apenas: “Você está aqui.”
O que mudou foi o fato de Michael Thomas continuar olhando para o mapa e o fato de que havia uma bifurcação na estrada se aproximando. Aquilo que o perseguia neste trecho específico de sua jornada estava chegando mais perto. Ele já conseguia ver. Ele estava aumentando a velocidade. Chegou bem na bifurcação da estrada e teve que tomar uma decisão. Era uma situação de risco de morte naquele momento. Se virasse para o lado certo, sabia que encontraria alguma forma de abrigo e estaria seguro. Se virasse para o outro lado, sabia que não.
E naquela história, naquele livro, quando ele chegou à bifurcação da estrada, pegou seu mapa e olhou para ele; de forma muito clara, o mapa dizia: “Vire à esquerda” ou “Vire à direita”. Estava muito claro. Não dizia mais “você está aqui”. A informação foi sucinta e muito tridimensional (3D). Ele tomou a decisão e imediatamente entrou em outro lar de um anjo. Era bem na esquina. Foi a melhor decisão. Foi a única decisão. Ele não conseguia ver isso lá da bifurcação, mas obteve essa resposta no mapa.
Esta é a parábola, por assim dizer, de como essas coisas funcionam quando você está lidando com o Espírito. Então, mais uma vez, gostaria de lembrá-los um pouco sobre o processo disso. É, de fato, um processo. A palavra processo poderia ser substituída por sistema; talvez seja a maneira como as coisas funcionam, pode ser um modelo, mas é assim que funciona, e eu adoraria explicar isso a vocês mais uma vez. E, ao fazê-lo, ao falar sobre esse tempo do Espírito, quero lhes mostrar o amor que está envolvido nesse processo para vocês.
Digamos que você precisa saber algo muito importante. Na cultura do meu parceiro, pode ser que você precise se mudar e queira saber em qual direção específica deve ir. Talvez o aluguel não seja mais viável para você pagar, talvez estejam fechando o lugar onde você está, mas você precisa se mudar, não sabe qual direção tomar e tem várias opções. Então você diz ao Espírito: “Eu tenho essas três coisas que poderia fazer, talvez quatro. Não tenho certeza de qual escolher. Tenho uma opção aqui que parece boa, mas não estou muito feliz com ela. Tenho outra que não parece funcionar tão bem. Tenho mais essa aqui.” Você pode, inclusive, não gostar de nenhuma das opções e, por isso, diz ao Espírito: “Ajude-me a saber o que fazer.” Agora, isso talvez seja a melhor coisa que você poderia pedir.
Vamos parar por aqui. Quantos de vocês já decidiram antecipadamente o que é melhor para vocês? Nesse caso, você oraria de forma diferente. Digamos que uma das opções envolva uma amiga, Sally, e você quer essa opção porque lhe parece muito boa. Então, sua oração seria esta: “Querido Espírito, deixe-me ficar com aquela opção chamada Sally”, e é assim que você ora. “É por aqui que queremos ir. É isso para mim. Eu sei que é. Faça acontecer.”
Quero alertá-los para algo agora: e se essa opção específica não for nem de longe tão boa quanto uma outra que você ainda nem conhece? Então, número um: você permite que o Espírito lhe dê algo melhor do que você pediu? Você permite que o Espírito lhe dê algo melhor do que você pediu? Essa é uma boa pergunta, não é?
“Querido Espírito, mostre-me o que fazer. Deixe-me saber o que eu preciso saber.” Todas essas coisas deixam a porta escancarada para qualquer coisa, não apenas para o que você acha que quer. Às vezes, isso é muito difícil para um ser humano. Você quer estar preparado para ter tudo alinhado. Você diz: “É para cá que devemos ir. Ajude-me a fazer isso. Querido Espírito, eu quero ir para lá. Ajude-me a virar à esquerda.” Você permite que o Espírito o ame o suficiente para guiá-lo a algo melhor ou temporariamente melhor, para que você possa alcançar outro nível depois disso? Você daria permissão para isso, sim ou não?
Digamos que sim. Agora você segue em frente e está orando: “Querido Espírito, mostre-me o que fazer.” Enquanto isso, o relógio está correndo. Algo está te perseguindo – o relógio, porque você tem que sair até um certo prazo ou estar em outro lugar até determinado momento. Você sabe o que essa cultura traz para você. Existem prazos que você deve cumprir, impostos por sua cultura para diferentes situações. E agora você está olhando para o prazo, e o relógio não para. “Querido Espírito, mostre-me o que fazer”, e você não recebe nada.
É aqui que quero lhes mostrar: nesta nova energia, nesta mudança dimensional, isso, na verdade, vai parecer pior para você, porque a questão do tempo se torna mais aguda. Deixem-me explicar o que acontece em seguida.
O que você tem é uma situação heroica, um guia, que você poderia chamar de Fonte Criativa dentro de você, o Deus interior que está sempre ciente de tudo o que está acontecendo ao seu redor e que você não consegue ver. O que as pessoas estão fazendo e que você não pode ver; o que está acontecendo com o livre-arbítrio e que você não pode ver. O Espírito não está aí para empurrar as pessoas a fim de facilitar as coisas para você. O Espírito está analisando todas as opções e esperando até o último momento possível para que você se encaixe naquele lugar específico que é o melhor. Estão entendendo isso?
Então, aqui está você, o relógio está te perseguindo e, quase no último momento, surge a intuição: “Vá para lá.” E você pode dizer: “Não era para lá que eu queria ir. Isso não é a Sally. Isso é o Joe. Eu não queria o Joe. Eu queria a Sally.” E o Espírito diz Joe. Você tem a sabedoria de ir até o Joe ou irá para a Sally de qualquer maneira? Isso também faz parte do teste da humanidade pelo qual passamos: aquilo que achamos que sabemos, mas não sabemos.
Então você vai até aquilo que é o Joe e diz: “Não era o que eu queria, mas aqui estou.” E o Joe se aproxima e diz: “Você sabia que, nas últimas horas, algo mudou e eu consegui algo maravilhoso para você?” E essa pessoa fez isso e aquilo, e custa menos dinheiro, e tudo mais; você se muda e pensa: “Obrigado, Espírito! Como você sabia disso? Como isso é feito?” Isso é você permitindo que o Espírito entre em contato com o campo de uma maneira nunca antes vista. Vocês estão profundamente conectados.
Era isso que eu queria lhes dizer. Este é o tempo do Espírito. Você se permite ser amado tanto assim? Pense nisso. E assim é.
Lee Carroll — Fonte: ¹http://kryon.com/, ²https://eraoflight.com
Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz





