
Muita Felicidade Aguarda Você em Sua Jornada
26/09/2026LIMPEZA DNA ETÉRICO - Reaberta as vagas
Mensagem canalizada em 21 de Setembro de 2026 – Saint Germain
Você foi ensinado a associar o amor ao apego, a escolher uma pessoa acima de todas as outras, a construir sua segurança ao redor da presença dela e a chamar a intensidade dessa necessidade de amor.
No entanto, o amor e o apego originam-se de lugares muito diferentes dentro da consciência.
O amor diz: “Eu vejo a mim mesmo em você”.
O apego diz: “Eu preciso da sua forma particular para poder vivenciar o que desperta em mim quando estou com você”.
O amor expande o seu campo. O apego concentra o seu campo em torno de uma única forma e exige que essa forma permaneça a mesma para que o seu mundo interior continue a se sentir seguro.
Imagine o oceano criando uma onda. A onda se ergue, torna-se magnífica, capta a luz do sol e, por um momento, parece completamente única. Outra onda olha para ela e diz: “Aí está você. Você é aquela por quem eu estava esperando”.
No entanto, ambas as ondas são feitas do mesmo oceano.
Esta é a grande lembrança dentro do amor consciente.
A pessoa que você ama é outra expressão da mesma consciência olhando através de olhos diferentes, carregando outra história, outro corpo, outra fragrância, outra maneira de caminhar pela existência. Quando você reconhece isso profundamente, o amor torna-se imensamente íntimo e, ao mesmo tempo, maravilhosamente espaçoso.
Você pode adorar alguém completamente enquanto permite que essa pessoa permaneça livre.
O desapego é, portanto, uma forma mais profunda de intimidade. Você vê o ser além do papel que ele desempenha em sua vida. Você reconhece a consciência por trás da personalidade e compreende que aquilo que você experimenta através dele pertence a um campo muito maior.
O condicionamento humano criou a mitologia da “alma gêmea” (ou “o único”), como se o infinito pudesse colocar todo o amor dentro de uma única forma humana e deixar o resto da criação vazio.
A consciência é muito mais generosa do que isso.
Uma pessoa pode ser extraordinariamente significativa para você. Vocês podem compartilhar uma ressonância profunda, um belo acordo, uma familiaridade ancestral ou um encontro que transforma a direção de toda a sua vida. A unicidade dessa pessoa pode ser honrada plenamente enquanto você se lembra de que a fonte do amor permanece infinita.
Pense na luz do sol entrando em uma catedral através de um vitral. Você pode se apaixonar pelos padrões particulares em azul, dourado e carmesim que dançam pelo chão, mas a luz em si vem de algo muito maior do que a janela.
O amado é uma janela. E você também.
Quando o apego surgir, desvie a sua atenção da pergunta: “Como faço para manter esta pessoa?” e volte-a para a pergunta mais profunda: “Qual parte do infinito estou vivenciando através desta pessoa?”
Talvez eles despertem a ternura. Talvez a liberdade. Talvez a sensualidade, a alegria, a segurança, a ludicidade, a devoção ou a sensação de ser profundamente visto.
Reconheça essa qualidade como a consciência despertando dentro de você.
Você pode amar sem agarrar, escolher sem possuir, comprometer-se sem aprisionar e experimentar uma profunda intimidade enquanto permanece enraizado em sua própria natureza infinita.
Olhe nos olhos de quem você ama e lembre-se em silêncio:
“Lá estou eu, aparecendo como você”.
E talvez, em algum lugar abaixo da personalidade e da história, a consciência retribua o olhar através dos olhos deles e sussurre:
“Lá estou eu, aparecendo como você”. Isso é o amor lembrando de si mesmo.
Eu sou Saint Germain.
Octavia Vasile — Fonte: ¹http://holographicyou.com/, ²https://eraoflight.com/
Marco Iorio Júnior — Tradutor e Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz





